quarta-feira, janeiro 18, 2017

Teoria do dia


Há três tipos de homens que costumam ler:
1 - O que lê livros de merda, mas finge que é intelectual.
2 - O que lê demasiados livros bons e é um pretensioso de merda (que acha sempre que "somos menos cultas").
3 - O que lê livros bons mas não percebe um caralho.

segunda-feira, janeiro 16, 2017

sábado, janeiro 14, 2017

Amor.


Amei-te no primeiro olhar. Não o soube na altura. Não tinha como o saber. Não tinha termo de comparação. Mas sei-o agora. Sei que foi como se toda a minha vida tivesse convergido para aquele momento, para ti. Como se todo aquele tempo antes de ti tivesse apenas sido um limbo, onde sem saber me encontrava à tua espera. E até lá nem sequer tinha vivido, tinha apenas sobrevivido, passeado pela vida ansiando secretamente a tua chegada. E, é no mínimo estranho quando o mais improvável, o mais louco, o mais incrível, é o que acaba por fazer mais sentido. Porque depois… estamos juntos e tenho a sensação de estar contigo há uma vida. Como se sempre te tivesse conhecido, como se sempre nos tivéssemos partilhado, como se sempre tivesse sido tua

quinta-feira, janeiro 12, 2017

terça-feira, janeiro 10, 2017

Teorias verdadeiras


Em teoria era verdade. E seria a coisa mais acertada a fazer para os manter sãos. Mas... depois... o que havia entre eles simplesmente não era normal ou mesmo comum ou até usual. Aliás, se analisássemos bem nada mais poderíamos concluir do que o que tinham era uma completa insanidade. Não que fosse mau. Porque efetivamente não o era. E duvido que algum deles trocasse aquela loucura por outra coisa qualquer. Mas era estranho. Tão estranho... Estranho ao ponto de que qualquer justificação para aquilo só poder ser ainda mais louca do que a coisa assim. Insana e improvável, como aquela de se ter conhecido numa qualquer outra vida passada. Porque só algo assim poderia explicar o que partilhavam. Porque aquilo não fazia sentido. E, depois, por outro lado, não havia nada que pudesse fazer mais sentido do que aquilo mesmo. Porque aquilo era apenas um agora. E, ao mesmo tempo, era tão mais do que isso. Era quase uma vida construída um ao lado do outro. Era um tudo tão pouco e tanto ao mesmo tempo. Uma perfeita demência sincronizada entre os dois sem qualquer ensaio prévio.

domingo, janeiro 08, 2017

Acabei de ver: The OA

a 1ª temporada

Sinopse: 
Composta por oito episódios, a nova criação de Brit Marling e Zal Batmanglij conta-nos a história de uma jovem cega que desaparece aos vinte anos e que reaparece sete anos depois. O seu nome é Prairie Johnson (Brit Marling) e a cegueira fazia parte de si quando desapareceu, mas já não faz. A visão restaurada é apenas uma das diferenças de uma jovem misteriosa que nos vai enfeitiçar.
Será o seu reaparecimento um milagre ou estará em causa um fenómeno paranormal? Em “The OA”, a incerteza é a única certeza e isso não é necessariamente mau. É até muito bom. Para não estragar a surpresa — queremos mesmo que veja a série e perceba depois do que se trata —, também não vamos revelar o que significa a sigla pela qual Prairie é agora conhecida. Desde o reaparecimento que Prairie se mantém em silêncio sobre o que lhe aconteceu e não revela os segredos que carrega a ninguém. Nem ao FBI, chamado a resolver o caso, nem aos próprios pais.
Além de Brit Marling, que co-assina a série com Zal Batmanglij, o elenco inclui nomes como Emory Cohen, Scott Wilson, Phyllis Smith, Jason Isaacs, Alice Krige, Patrick Gibson e Brendan Meyer. A produção executiva está a cargo de Brad Pitt, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Sarah Esberg, da produtora Plan B, e Michael Sugar, da Anonymous Content.

quinta-feira, janeiro 05, 2017

E em dia de reis...

porque não passar em revista o que foi 2016?
Mas em versão filme de terror.

segunda-feira, janeiro 02, 2017

Marco-te todos os dias

Marco-te todos os dias. Com uma cruz. Como se fosses um pequeno tesouro que tenho medo de perder. Ou de nunca encontrar. Marco-te. Todos os dias. Um pouco mais. Espero eu. Para que não te percas, nem te afastes. Para que te lembres que é a mim que pertences. Marco-te. Todos os dias. Em jeito de brincadeira. Até que se torne real. Até que sintas em ti que és meu. E marco-te todos os dias. Sem que te dês conta. De mansinho. Pouco a pouco. Para que, quando notes, já seja tarde demais. Para que não tenhas qualquer hipotese de me fugir sequer. Marco-te, sim. Todos os dias. Porque sou egoista, admito. Porque te quero só para mim.

sábado, dezembro 31, 2016

E se...

E se apagasses de ti a memória de mim e me conhecesses de novo, será que farias comigo uma segunda primeira vez tudo aquilo o que já tínhamos feito antes? Será que as coisas que fazemos e partilhamos são encontros de vontade ou serão apenas meros acasos do destino? Será que se nos esquecessemos um do outro nos cruzaríamos de novo no caminho da vida como se fosse algo que simplesmente tivesse que acontecer ou será que apenas fomos um golpe de sorte acidental? Estarão porventura os nossos trajectos escritos ou será que temos o poder de mudar de direção rumo a um destino mais seguro ou mais previsivel até? Poderão os outros chamar-nos românticos por querermos acreditar que sempre nos buscámos, que a cada passo que davamos sabiamos estar a caminhar para o outro, ou seremos apenas loucos que procuram um significado para algo que apenas eventualmente foi uma simples casualidade?

quinta-feira, dezembro 29, 2016

À espera dos teus 7%


Sabias que 93% da comunicação humana é não verbal?
Talvez seja por isso que te falo mais com o olhar do que com outra coisa qualquer. Até porque nunca trocámos mais do que umas meras palavras de circunstância... um bom dia e pouco mais. E que bom(!) que o meu dia é sempre que nos cruzamos, que te vejo, que tento comunicar contigo, na esperança que comuniques comigo de volta. E, digo-te sempre tanto (!) sem na realidade te dizer nada... E, depois, pergunto-me se me ouves neste silêncio que partilhamos cada vez que nos vemos entre sorrisos. Cada vez que me falha a voz ou a coragem para te dizer as palavras que nunca encontro.

Sabias que espero ansiosa pelos teus outros 7%?
E, estranhamente, nem o teu nome sei. Mas também, o que diz verdadeiramente o nosso nome sobre nós? Quem precisa do nome para se conhecer quando tem toda a dimensão do teu olhar? Não acredito que o teu nome me pudesse verdadeiramente acrescentar mais sobre ti. Portanto, quando vieres (porque eu sei que hás de vir), não me tragas o teu nome, que não pretendo chamar-te se tiveres sempre ao pé. Traz-me antes os verbos que como eles podemos construir-nos e preencher os espaços que ainda existem entre nós. Traz-me as palavras para finalmente ocuparmos esta distância que ainda nos afasta.

sábado, dezembro 24, 2016

Carpool de Natal com Mariah Carey

Não, não vou comentar o decote da Mariah. Eu sei que mal se consegue ver outra coisa com um decote daqueles e que já vi acidentes de carro começarem por menos, mas pronto... vale a pena ver o video. =P

terça-feira, dezembro 20, 2016

Cheguei à conclusão que...

Quando estou feliz todos os meus sentimentos são para os outros,
não me resta nada para pôr no papel.

segunda-feira, dezembro 12, 2016

Acabei de ver:

a 1ª temporada de Westworld

E só tenho a dizer que é das melhors séries que eu já vi!!!
Como é que eu vou aguentar até 2018 para ver a segunda temporada?!
Que tortura!!!

Sinopse:
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por andróides – os anfitriões –, programados pelo diretor executivo do parque, o Dr. Robert Ford (Anthony Hopkins), para acreditarem que são humanos e que vivem no mundo real. Lá, os clientes – ou novatos – podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à "evolução do pecado". Entre os residentes do parque, está Dolores Abernathy (Evan Rachel Wood), programada para ser a típica garota da fazenda, que está prestes a descobrir que toda a sua existência não passa de bem arquitetada mentira.

A série foi criada por Lisa Joy Nolan e Jonathan Nolan (co-roteirista de Batman: O Cavaleiro das Trevas, Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge e Interestelar). O produtor J.J. Abrams (Lost, Star Trek, Star Wars: O Despertar da Força) começou a trabalhar neste projeto há 20 anos em conjunto com o escritor Michael Crichton.

O elenco tem nomes de peso nos principais papéis: Anthony Hopkins (O Silêncio dos Inocentes), Evan Rachel Wood (O Lutador, True Blood), James Marsden (X-Men), Ed Harris (A Rocha, O Segredo do Abismo) e Jeffrey Wright (Jogos Vorazes).

A HBO definiu que “Westworld é uma odisseia negra sobre a aurora da consciência artificial, e a evolução do pecado. Colocada na intersecção de um futuro próximo e de um passado reimaginado, a série explora um mundo em que cada apetite humano, não importa quão nobre ou depravado, pode ser saciado.”

sexta-feira, novembro 25, 2016

Só para avisar:

Já estou a aceitar prendinhas!!!
Podem sempre aproveitar a black friday que eu não sou esquisita =P

Mas que talento nato!!!

Parece que passei ao lado de uma grande carreira artistica!!!

O Quick Draw é um programa onde apenas tens 20 segundos para desenhares aquilo que te é pedido de forma a ver se o program consegue identificar o que estás efectivamente a desenhar. Para quem quiser experimentar é só clicar aqui. Vale a pena que é muito giro. Eu dorei o conceito.

domingo, novembro 20, 2016

Vozes que te falam

E se um dia me calar a voz? E se um dia me faltar o papel? Será que me vais ouvir mesmo nas palavras que não te digo? Será que me vais escutar mesmo na mudez dos sentimentos que vou tentar silenciar? Ou será que te vais acomodar na abstenção das letras não partilhadas? Será que o profundo vazio de som te fará gritar ou será que apenas nos calará definitivamente?

sexta-feira, novembro 18, 2016

Possibilidades que assustam


Assusta-nos sentir que estamos a perder o controlo. Pois, o desconhecido é assustador. Mais vale o reconfortante hábito do quotidiano. Aí não há perigos. É que viver é demasiado perigoso. Uma pessoa pode sempre magoar-se... Sabemos lá nós (!) do que é o mundo é feito. Além disso, sonhar sozinho é mais seguro. Porque, quando se sonha sozinho, o sonho é apenas um sonho, e nada mais do que isso. É apenas um desejo longínquo que dificilmente se vai concretizar na improbabilidade dos nossos ensejos. O problema é que quando se sonha a dois o sonho passa a ser realidade… pelo menos na sua essência porque há toda uma possibilidade. E a possibilidade assusta. O diferente assusta. Amedronta-se-nos a coragem na eventualidade do que poderá ser. E é normal que assim o seja. Nada se consegue sem que primeiro tenhamos falhado ao tentar. Aquilo que obtemos sem esforço nunca tem o mesmo peso daquilo que tanto lutamos para conseguir. Mas, para isso, temos de arriscar. E, quando arriscamos, arriscamo-nos a nós mesmos. Pomos em jogo mais do que conseguimos, por vezes, pagar. Por isso, preferimos jogar pelo seguro, conjurando cenários na expectativa de um dia. E tentamos controlar os aspectos que nos circundam de forma a minimizar quaisquer danos que possam ocorrer. Só que a vida teima em acontecer. E o controlo que pensamos ter é tão falso como as seguranças que trazemos. Daí o medo que nos cresce debaixo da pele, que nos conhece tão bem e nos acompanha sempre. É sempre ele que nos assusta. Mas ainda assim prefiro isso à alternativa. Pelo menos, sinto-me viva.

segunda-feira, novembro 14, 2016

A doença do amor.


Salvaste-me desta esquizofrenia ao me tornares completamente louca.

domingo, novembro 13, 2016